Imagine com Liam Payne





Introdução: Você era uma Jornalista namorada de Liam Payne há dois anos, ultimamente sua relação com Liam estava indo de mal a pior pois ele já não tinha mais tempo pra você, e você tinha muito trabalho.

- Droga. -  “Outro enjoo, assim não vai dar pra continuar”, eu pensava comigo mesma enquanto fazia o máximo para não vomitar na frente de Simon dos meninos e das respectivas namoradas. – Se vocês me dão licença, eu vou tomar um ar. Todos assentiram e Eleanor me mandou um olhar preocupado, apenas sorri pra ela.
Fui até a sacada do local onde estava ocorrendo uma festa para estreia do novo álbum da banda do meu amor. Assim que sai para a sacada vi toda Londres iluminada, um brisa um tanto gelada tomou meu corpo e eu estremeci.
- Você está bem?. – Era o príncipe, me abraçando por trás e sussurrando. Ele acariciava minha cintura.
- Obrigada por se preocupar, mas eu estou bem. – Liam beijou meu rosto e voltou para a mesa. Seguido por mim.
Me controlei para comer o menos possível, assim evitaria algum mal estar. Tudo ocorreu bem, e quando nós saímos já eram quase três da manhã. Liam me deixou em meu apartamento, e foi para sua casa. Era estranho estar tão distante dele, me lembro no começo do nosso namoro, tudo era uma novidade, as tardes no parque, os olhares, parece que ele foi se cansando, para que caiu na rotina, não que eu queira, mas as vezes é inevitável.
Tomei um banho frio, e me deitei, logo adormeci. Liam conseguia invadir meus sonhos todos os dias, nem sempre eram os melhores. Não, de novo não, meu estômago pareceu tremer, e eu já acordei colocando tudo o que tinha comido para fora. Mas agora era diferente, doía, parecia estar sendo espancada, sempre na mesma região. Me levantei desesperada, e o máximo que consegui foi ligar para Eleanor.
- (S/N) ? o que houve? – Ela me dizia com a voz sonolenta.
- El, me leva pro hospital, pfvr, eu não aguento mais isso. – Eu estava chorando, chorando pela dor.
- (S/N)? ta tudo bem?, me espera, estou indo pra sua casa, se arruma.
- ELEANOR EU MALS CONSIGO RESPIRAR COMO VOU ME ARRUMAR? – Eu gritei.
- Desculpa, já estou saindo de casa.

Em menos de cinco minutos El chegou em meu apartamento, ela tinha minha chave, pois quando eu viajava á trabalho ela passava um tempo lá para se lembrar de mim.
Quando ela chegou eu estava deitada em minha cama, ainda resmungando com os olhos cheios de lágrimas, me apoiei nela e fomos até o carro.
Ela sempre dava um jeito de puxar conversa durante o caminho pra que eu me distraísse, mas eu realmente não estava afim de conversar.
Chegamos ao hospital e eu logo fui atendida.
- O que você está sentindo? – O médico me analisava.
- Estou com enjoos, sinto dores na barriga, e ultimamente eu tenho perdido o apetite também. – Eu disse com a voz falhando.
- Ela tem desmaiado algumas vezes também. – Eleanor disse acariciando meus cabelos.
O médico apenas assentiu, tirou a minha pressão que, pela cara do médico, estava muito baixa.
- Vou pedir alguns exames, e você está desidratada, então vai passar a noite aqui.
Eu assenti e fui levada para uma sala para fazer o primeiro exame. Era o de sangue, a enfermeira disse que no dia seguinte mesmo ele ficaria pronto. Fui para um dos quartos, sendo monitorada por El, levando picadas e tomando soro.
- Vou ligar para Liam. – El disse já com o celular em mãos. Mas eu a impedi, implorei para que ela não dissesse nada á ele até que eu soubesse o que está havendo. Durante a noite fui chamada para alguns exames, e nenhum deles deu algum sinal de algum problema. Meu corpo parecia normal.
A não ser pelo exame de sangue, que logo pela manhã foi apresentado á mim, ele mostrava um corpo diferente dentro do meu, um corpo que apresentava o meu DNA, um corpo que crescia dentro de mim é dois meses. Aquele corpo o qual eu sonhava chamar de Amber, sim, eu estava grávida.
Quando Dr. Sulivan me deu a notícia, eu poderia jurar que estava sonhando, ou melhor, tendo um pesadelo. Minhas pernas não aguentaram o meu peso, e se não fosse pela minha melhor amiga super protetora eu provavelmente estaria no chão.
Voltamos pra casa no carro de El, eu tentei permanecer em silêncio, mas ela insistia em quebra-lo.
- Você vai contar pro Liam não vai? – Ela permanecia com os olhos fixos na estrada, não demonstrava nenhuma expressão.
- Isso vai acabar com a carreira dele, a maioria das fãs são adolescentes e não entenderiam. Tem que me prometer que não vai contar nada por enquanto. – Ela me olhou assustada, e eu me mantive firme, olhando para um ponto qualquer logo á minha frente.
- Não pode esconder isso dele (S/N), esse filho também é dele.
- El, me prometa por favor, eu não vou esconder, só preciso pensar no que estou fazendo. – Ela apenas assentiu, e eu pedi para que ela me deixasse na casa do meu amor, e assim ela fez.
Peguei minha chave reserva, e entrei, a casa estava meio escura, provavelmente Liam ainda estava dormindo, subi as escadas até seu quarto, fazendo o mínimo barulho possível, o encontrei com um calça de moletom cinza, dormindo feito um anjo, quem o via daquele jeito, jamais imaginava que ele era o Liam do one direction. Entrei no banheiro de sua suíte e fiquei me olhando no espelho.
Num ato impensado, enxi sua banheira, e tirei minha roupa, entrando na água totalmente quente. O impacto da água sobre a minha pele fria me fez estremecer, e por um momento, eu pensei que talvez Liam pudesse aceitar esse bebê, ama-lo, e que suas fãs também não a (o) odiasse.
Passei a acariciar minha barriga. “ Como é possível amar alguém que á três horas atrás você nem sabia que existia, agora eu sei como uma mãe se sente.
Decidi que era hora de sair do banho, fui até o quarto, ainda em silêncio, e coloquei uma camisa do príncipe, e uma calcinha que eu havia deixado la.
Me deitei ao seu lado e me cobri, fiquei ali o observando, minhas mão passeava pelo seu rosto, as vezes pela sua nuca quente, ou pelos seus braços firmes. Ele abriu um sorrisinho, e ainda com os olhos fechados sussurrou:
- Meu amor? Está aqui a quanto tempo? – Me puxou para mais perto, me aconchegando no seu colo.
- Pouco, dorme meu amor, você está cansado.
- Dorme comigo? – ele passou uma mão pelo meu rosto, me olhando, com aquele sorriso meigo em seus lábios carnudos e rosados. Eu apenas assenti e beijei-lhe a testa.
Em poucos minutos Liam adormeceu, e eu continuei naquela, aproveitei ao máximo o seu abraço, o seu cheiro, os seus músculos que me prendiam á ele.  As horas corriam, e em um ato, talvez impensado, eu resolvi que era hora de ir embora, não da casa de Liam, mas sim de sua vida.
Sai do seu abraço, deixando um travesseiro em meu lugar, e desci até a cozinha. Resolvi deixar um bilhete á ele: ( coloque para tocar)
“É incrível como o tempo passa rápido quando estamos ao lado de quem amamos. E aqui estou eu, escrevendo quando tudo o que eu mais queria era estar falando, olhando nos seus olhos, e ouvindo você dizer que tudo vai ficar bem, mas eu não sou corajosa o suficiente pra falar.Nunca foi a minha intensão acabar com tudo o que você construiu, eu não planejei me apaixonar por você, eu sinto muito, mas me apaixonei.
Vai parecer loucura, mas tudo o que estou fazendo é por te amar como eu nunca fui capaz de amar alguém, mas eu estou indo embora, e peço que não me procure. Não é justo fazer com você o que eu estou fazendo, vou acabar com a sua vida se continuar aqui, você me amou tanto, cuidou tanto de mim, não é justo fazer isso. Eu não tenho o mínimo direito de te exigir nada, mas eu peço que continue sem mim. Eu não podia chegar na sua vida e destruir tudo desse jeito.
Ultimamente, eu tenho sentido a sua falta, você passar 25 horas por dia se dedicando ao seu trabalho, e com o tempo eu fui ficando de lado, eu tentei resistir a tudo, e hoje, nessa madrugada, no seu abraço eu percebi o quanto eu ainda te amo, mesmo depois de tudo, mesmo.. , mesmo me sentindo esquecida as vezes. Se quiser ter alguma resposta, fale com Eleanor.
Desculpe ir sem me despedir, mas só de olhar nos seus olhos e ver o seu sorriso surgir eu provavelmente desistiria de tudo. Nós te amamos Liam, não se esqueça disso.”

 Deixei a carta na mesa, e fui para casa, ainda chorando. Arrumei todas as minhas coisas e fui para o aeroporto, pegar o primeiro avião pro Brasil.
P.O.V de Liam.
Acordei e ela não estava em meus braços, imaginei que talvez estivesse no trabalho, eu estava louco para passar o dia todo com ela, depois de tanto tempo sem tempo pra ela. Eu me sentia culpado pelo seu choro as vezes, eu sei que ela chorava até pegar no sono por não estar comigo.
Desci as escadas, e o sol já penetrava dentro de casa, havia um bilhete, provavelmente dela. Sorri ao ver que era sua letra, e em questão de minutos o meu sorriso se transformou em desespero. Uma despedida, ela havia ido embora sem ao menos me dizer porque, fechei os meus olhos duas ou três vezes, só podia ser um pesadelo.
Tudo o que ela dizia no bilhete refletia a minha falta de consideração com ela, ela se sentiu sozinha por todo esse tempo, e eu se quer percebi. E aquele “nós te amamos” nós quem?.
As lagrimas percorriam meu rosto e eu desesperadamente liguei para Eleanor, eu sabia que elas eram melhores amigas. Mas El ficou chocada ao ouvir que (S/N) havia ido embora. Acabamos por marcar de nos encontrar na Starbucks. Coloquei uma roupa simples, peguei o bilhete e me dirigi até lá o mais rápido possível. Eleanor também não demorou muito para chegar. Seus olhos estavam inchados, ela havia chorado também. Ela lia o pequeno bilhete com espanto, medo, e dor.
- Liam, eu, não sei como te falar isso – Ela disse pausadamente, procurando as palavras certas.
- Eu preciso ter alguma explicação, não faça isso comigo por favor.
- Eu ... ela. – Ela fez uma pausa, tentando conter as lágrimas, suspirando. – Ela esta grávida Liam, de dois meses. Ela disse que você nunca a aceitaria grávida e a mandaria embora, suas fãs seriam um obstáculo, e pra você a banda sempre vem em primeiro lugar, por isso não se importaria com o bebê, mas eu nunca pensei que ela iria embora.
Ela está o que?, eu não podia imaginar, ela escondeu um filho por dois meses, e agora foi embora? Sem ao menos me dizer, sem ao menos perguntar o que eu acho disso?
Fiquei sem palavras, Eleanor me deu força, mas eu ainda não conseguia acreditar, não sei o que eu mais sentia por ela, se era raiva por mentir, ou se era amor por realizar o meu sonho.
Voltei para casa e Liguei para ela, mas ela não parecia querer atender.
Fim do P.o.v de Liam.
23 ligações, todas de Liam, provavelmente já tinha lido o bilhete. Ele não parava de me ligar, e por mais que eu quisesse atender, eu não podia, eu tinha que esquecer ele. Mas ele insistia e na vigésima sétima ligação eu o atendi:
- Oi?- Eu disse com a voz falha, com as mãos trêmulas e olhos fechados.
- O que deu em você?, porque fez isso comigo? O que eu fiz de tão ruim? -  Liam dizia entre soluços, ele chorava, chorava muito.
- Só me escuta ta bem? Eu não podia, isso iria estragar sua vida, sua carreira Liam .. – Eu dizia já em meio á soluços.
- Não, minha vida era você cara, não pode fazer isso, volta, me deixa tentar de novo, eu sei que errei quando “te esqueci” errei tão feio que nem percebi que estava grávida, mas eu prometo que vai ser diferente agora, vamos cuidar dela ou dele juntos, volta por favor.
- Liam .. ,  não me ligue mais. – Desliguei sem ao menos ouvir sua resposta.
12 meses depois.
- Ela é tão linda, qual é o nome? – Sandy me perguntava enquanto eu mostrava minha pequena Amber de apenas três meses.
- Amber. – Eu sorri.
Desde o telefonema de Liam, até hoje não parei de pensar nele um segundo se quer, eu ainda o amava, e sei que agora, se ele me chamasse eu voltava em um segundo. Mas ele provavelmente já havia se esquecido de mim. Como uma jornalista, eu estava sempre na mídia, e eu tentei ao máximo esconder Amber.
P.O.V de Liam.
12 meses, 12 meses se passaram, e tudo ainda parece girar em torno de (S/N), eu queria te-la aqui. Nossa cama, estava arrumada do lado em que ela dormia, meu braços pareciam esperar ela voltar para se aconchegar neles. Minha filha, ou filho já havia nascido. “ Como será ela ou ele? “ “Eu queria tanto ouvir ela (e) me chamando de papai”.. Eram coisas das quais eu pensava todos os dias.
Me sentei no sofá, e vi em meu celular 15 chamadas perdidas de Eleanor. E como eu não atendi,  ela me mandou uma mensagem que dizia: “ (S/N) e a pequena Amber estão aqui em Londres, estou indo encontra-las e logo levarei para a minha casa, a casa está aberta, entre e faça uma surpresa á (S/N), mostre á ela que ainda a ama, e que Amber nunca estragaria sua vida. Não a deixe ir embora de novo... “
Meu coração disparou e por um momento eu pensei que não aguentaria a adrenalina. Fui o mais rápido possível para o centro de Londres, ainda eram seis da manhã, as lojas estavam abrindo agora, me arrumei com um blazer cinza, uma calça jeans preta e uma blusa branca por baixo do blazer. Fui até uma Floricultura que estava aberta. Comprei um buquê de flores, fui em uma loja de brinquedos e comprei uma boneca, comprei não sei quantos papeis vermelhos e fui até a casa de Eleanor
Eleanor, Amber e (S/N) passariam o dia todo fora, então eu tive todo o tempo do mundo para  arrumar tudo. Quando deu 9:00 hrs, escutei conversas e risadas no jardim de casa. E lá estava ela, Eleanor, disse alguma coisa e logo saiu com o carro. Mas o que me intrigou mesmo, fio como ela estava linda, depois de tanto tempo, parecia ainda mais jovem, mais bonita, seu sorriso nunca muda, sempre me passava tranquilidade, e em seus braços, havia um pacotinho branco -  Sorri com o meu pensamento -  O pequeno pacote era Amber, protegida do frio, ficando aparente apenas um pouquinho de seu cabelo loiro, mal podia esperar para ve-la, segura-la e chama-la de minha. (S/N) abriu a porta da casa e um frio tomou conta do meu corpo.
Fim do P.o.v de Liam.
Assim que entrei a casa estava iluminada com algumas velas.
- Essa Eleanor quer algo da mamãe Amber, pode apostar. – disse para a minha filha, encostando a porta e trancando-a, assim que deixei a chave na mesinha percebi alguns papeis em forma de coração. Eles faziam uma trilha. O primeiro dizia:
- Obrigada por voltar.
Imaginei ser de Eleanor, mais á frente, na mesa de jantar havia outro:
- “For Amber: Bem vinda á esse lugar pequena, eu vou te mostrar tudo, vou te ensinar o amor”.
Sorri ao ver que a madrinha babona já amava minha pequena princesa. No topo da escada havia outro:
- Sei que está curiosa,  continue seguindo os bilhetes, a casa está escura, mas não quero que se preocupe, eu prometi que cuidaria de você não prometi?
Comecei a ficar confusa, então subi as escadas olhando um bilhete ou outro, e sempre tomando conta para não cair com Amber no colo.
Na porta do quarto de Eleanor, havia um grande coração de pelúcia que segurava uma bonequinha. Linda, se parecia com Amber, loirinha, com olhos mel.
Abri a porta e o vi, parado, de costas pra mim, olhando para janela. Seu perfume parecia ainda mais forte, ainda me entorpecia como antes. Seu corpo estava perfeitamente definido, e suas roupas sempre tão estilosas... Lentamente ele se virou para mim, seu sorriso era gigante, ele direcionou seu olhar para Amber, e uma lágrima escorreu de seus olhos. Não pude evitar um sorriso, ao perceber que depois de todo esse tempo ele ainda me amava.
- Você deve me odiar .. – Quebrei o silêncio desconfortável que se formou.
- Não que eu me esforçasse pra isso. – Ele sorriu e se aproximou, pegou um buquê que estava ao lado da cama, e se aproximou cada vez mais. – Isso .. – Ele hesitou . – É pra você. – Olhei o buquê e sorri. Mas ao perceber que eu não o pegaria pois Amber estava comigo, ele voltou o buquê para a cama, mantendo uma certa distância de mim.
- Você .. – Eu hesitei, me aproximando cada vez mais. – Quer pega-la? – Liam abriu um sorriso contagiante, e assentiu, deixei minha pequena Amber no colo do pai, e ela pareceu gostar dos braços de Liam ( n/a:  quem não gostaria? ). Ele descobriu o rostinho de Amber e sorriu sem conter sua lágrimas.
- Ela é extamente como eu imaginei. – Ele me olhou e por um instante percebi que meus olhos denunciavam a minha vontade de abraçar ele, beija-lo e nunca mais solta-lo. Ele se levantou e deixou Amber no carrinho, antes de beijar sua testa. Ele se voltou pra mim, se sentando ao meu lado. – Talvez esse seja um risco a correr, mas eu quero tentar. Ele abriu uma caixinha com uma aliança com uma pedra de diamante negro. Ele apenas sorriu, e as lágrimas encharcaram o meu rosto.
- Liam, eu não mereço, você devia me odiar, devia estar querendo me matar ou me colocar na cadeia. Mas eu juro que tive um motivo pra te deixar ... eu  só nã ..
- Shi -  Ele me interrompeu e me abraçou apertado, escondendo seu rosto na curva do meu pescoço. -  Eu não quero saber o que houve, eu só quero esquecer, e ter a certeza de que você vai ficar aqui comigo pra sempre, seremos só eu você e Amber, você só precisa dizer que aceita ser minha de novo.
- Eu aceito . – Disse quase como um sussurro. Liam ergueu meu rosto e olhando nos meus olhos ele sorriu e selou nossos lábios. Quantas saudades eu sentia desse toque, que mesmo inocente continha tantos sentimentos, de desejo, paixão, fogo, amor e tudo mais. Em pouco segundos nosso selinho se transformou em um beijo que transbordava desejo. Sua mão percorria toda a extensão das minhas costas, enquanto a minha puxava a acariciava seus cabelos. Fomos interrompidos por um choramingo de Amber, ela estava com fome. Tentei me soltar de Liam que parecia não querer me deixar.
Peguei Amber e fui até a cama, coloquei-a para mamar em um dos meus seios, enquanto Liam nos observava e acariciava o delicado rosto de Amber.
- Ela é a sua cara. – sussurrei. – Acho que só servi como “barriga de aluguel” mesmo ela não se parece em nada comigo. – Brinquei e o ouvir sorrir.
- Ela deve ter o coração tão bonito quanto o da mãe. – Ele me olhava e novamente selou nossos lábios.
Amber acabou adormecendo, limpamos a casa de Eleanor, e fomos para a nossa casa. No caminho Liam disse:
- Sabe o que estava pensando? Em como ela vai chamar os caras: tio Hally, tio Naio, tio Zem, tio loui, tia El. – ele riu seguido por mim.
Assim que chegamos em casa, deixamos Amber em um carrinho, e combinamos de no dia seguinte ir comprar seu berço. Me deitei com Liam, que me abraçou e acabou pegando no sono, seus braços me envolviam com força. Eu sussurrei olhando para Amber que mantinha os olhinhos serrados de sono. :
- Viu amor? Papai não quer me deixar escapar mais. – Brinquei e sorri.
- Não vou correr o risco de te perder de novo. – Liam sussurrou e sorriu, antes de pegar no sono.

Escrito por: J.M

8 comentários

  1. suas fic sao otimas acho super perfeitas voce é uma otima escritora

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  2. meeu todos os seus imagines são maravilhosamente perfeitos, já li todoos em 1 dia só kkkk são viciates, parabéns você é demais ;)

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  3. Seria exagero eu dizer q chorei? Pois É chorei, ta tao lindo, to cada vez mas apaixonada pelas suas fanfic's <3

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